O Patrono do Templo: Bàbálòrìsà Lúcio t'Ògún

O Bàbálòrìsà Lúcio de Ògún, Lúcio Evandro Paneque de Oliveira, chamado de “Pai Negão” dado ao seu amor pela tradição afro-brasileira era um excepcional Ocultista, Mago e Sacerdote de Umbanda, de Candomblé e de Kimbanda.
O Bàbálòrìsà Lúcio de Ògún foi de um dos “barcos” do Bàbálòrìsà Ronaldo Linares (da FUGABC), sendo declarado Sacerdote de Umbanda em 1997.

No Candomblé foi iniciado pelo Bàbálòrìsà Fernando de Ògún (iniciado de Gitadê, sucessor do Tata Joãozinho da Goméia), com quem deu suas obrigações de 1, 3, 4 e 7 anos e foi iniciado nos mistérios da Kimbanda.

Pela sua iniciação na Kimbanda, com o nome de Tata ti Kimbanda Negão, foi recebido na Ordem da Mão Negra, Ordem iniciática, bastante reservada, que une os ensinamentos esotéricos ocidentais com a tradição afro-brasileira.

Fundou o Terreiro de Umbanda São Jorge Guerreiro.

O Bàbálòrìsà Lúcio de Ògún, desde muito jovem dedicou-se ao estudo e à prática da espiritualidade. Aos dezoito anos era membro da AMORC (Antiga e Mística Ordem Rosa-Cruz), do Colégio dos Magos e do Círculo Esotérico da Comunhão do Pensamento.

Com o passar do tempo Lúcio de Ògún foi sendo aceito em várias Ordens iniciáticas e esotéricas, alcançando o último grau em várias delas:
Foi consagrado Bispo da Igreja Ortodoxa e da Igreja Gnóstica (com o nome Sacerdotal de Tau Franciscus de Jerusalém), sendo um dos representantes da Igreja Expectante para São Paulo, Igreja que abandonou poucos meses antes de sua trágica morte em 2004.

O Bàbálòrìsà Lúcio de Ògún foi fundador:
  • Da Ecclesia Gnóstica Joanita;
  • Do Soberano Santuário da Gnose;
  • Da Arcanum Ordo Rosae+Crucis.
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