Orgulhe-se de ser Umbandista
01:22 | Author: Mário Filho
Umbanda é para gente forte e determinada: que ama, que vive, que quer ajudar e se melhor! Gente mole, que quer apenas ver a vida passar, não tem perfil de Umbandista; cedo ou tarde muda sua postura ou procura um outro lugar mais cômodo para se encostar. Afinal, lugar de encosto é outro.
 

Orgulhe-se de ser Umbandista (Alexandre Cumino).
Caboclo Pantera Negra - O Guia Chefe
20:37 | Author: Mário Filho

Caboclo Pantera Negra - O Guia Chefe


O Caboclo Pantera Negra se tornou o Guia Chefe do Templo Espiritual Caboclo Pantera Negra antes mesmo do Templo existir. Através de uma consulta a Òrúnmìlà, com o Jogo de Búzios, o Bàbálòrìsà Lúcio de Ògún disse a Mário Filho que este deveria fundar um Terreiro e que o Patrono seria o Caboclo Pantera Negra, que logo assumiu o comando dos trabalhos, dizendo o que deveria ser feito para fundação do Templo e como as coisas deveriam ser feitas.

O Caboclo Pantera Negra é uma entidade bastante enérgica, correta e ética. Conduz os trabalhos de Umbanda com muita desenvoltura e denodo. Seus conselhos são procurados por muitos, chamando-o de Pai.
A Pantera Negra é um animal totêmico cultuado em diversas partes do mundo, simbolizando inteligência, força, rapidez e destreza. Em diversos cultos xamânicos a presença da Pantera Negra é observada.

No Brasil o Caboclo Pantera Negra é, muitas vezes, confundido com Exu, no entanto ele é um Caboclo, que assim como outros Caboclos trabalha na chamada “linha de Exu”. Na Umbanda o Caboclo Pantera Negra é conhecido como o Chefe da linha dos Caboclos Quimbandeiros, o que lhe dá o “poder” de trabalhar em diversas linhas de Umbanda.

O Bàbálòrìsà Lúcio de Ògún, patrono do Templo Espiritual Caboclo Pantera Negra, dizia que o Caboclo Pantera Negra era o chefe de uma linhagem de Caboclos índios que eram oriundos de tribos isoladas e desconhecidas, sendo estes muito fortes, arredios e até brutos. Os médiuns que trabalham com o Caboclo Pantera Negra, por pedido do próprio Caboclo, costumam usar um bracelete de ferro no pulso esquerdo. Os Caboclos da linha chefiada pelo Caboclo Pantera Negra costumam receber suas oferendas em encruzilhadas na mata e aos pés de grandes árvores. Seus assentamentos costumam ser feitos em potes de barro preenchidos com terra de cemitério de tribos indígenas, ervas específicas e outros elementos secretos, que são consagradas por sacerdotes iniciadas nos mistérios destes espíritos.

O Bàbálòrìsà Lúcio de Ògún dizia que os médiuns que incorporavam o Caboclo Pantera Negra não costumam beber, falar demais ou serem covardes. São muito disciplinados, verdadeiros guerreiros modernos.

Nosso grande amigo, Edmundo Pelizari, diz que o Caboclo Pantera Negra aparece como Caboclo e Exu, mesmo fora da Umbanda. Na região Sul do Brasil, principalmente, o encontramos dentro de um grupo muito especial, chamado de Caboclos Africanos. Ali ele se manifesta com o nome de Pantera Negro Africano, ao lado de Arranca-Caveira Africano, Arranca-Estrela Africano e Pai Simão Africano, entre outros. Edmundo Pelizari lembra, ainda, que o Caboclo Pantera Negra é conhecido, no Haiti, no culto Vodu, como Papa Agassou (Pai Agassou) e aparece como uma negra pantera e não mais como índio.

Edmundo Pelizari acrescenta que a tradição considera que Agassou veio da África, da região do antigo Dahomé, onde era celebrado como totem e protetor da Casa Real. O primeiro nobre desta linhagem, contam os mais velhos, foi um homem-fera, pois tinha pai pantera e mãe humana. Agassou é muito temido, pois é profundamente justo e não perdoa os fracos de caráter. Poucos médiuns conseguem suportar a incorporação dele ou de outros espíritos da família das panteras. É necessária muita preparação, firmeza de pensamento e moralidade. Do contrário, e isto realmente acontece, o médium começa a sangrar muito durante a incorporação. Em outras ilhas do Caribe, também encontramos seguidores de Pantera Negra. Alguns o invocam como espírito indígena e outros como uma força africana, meio homem, meio felino.
O Patrono do Templo: Bàbálòrìsà Lúcio t'Ògún

O Bàbálòrìsà Lúcio de Ògún, Lúcio Evandro Paneque de Oliveira, chamado de “Pai Negão” dado ao seu amor pela tradição afro-brasileira era um excepcional Ocultista, Mago e Sacerdote de Umbanda, de Candomblé e de Kimbanda.
O Bàbálòrìsà Lúcio de Ògún foi de um dos “barcos” do Bàbálòrìsà Ronaldo Linares (da FUGABC), sendo declarado Sacerdote de Umbanda em 1997.

No Candomblé foi iniciado pelo Bàbálòrìsà Fernando de Ògún (iniciado de Gitadê, sucessor do Tata Joãozinho da Goméia), com quem deu suas obrigações de 1, 3, 4 e 7 anos e foi iniciado nos mistérios da Kimbanda.

Pela sua iniciação na Kimbanda, com o nome de Tata ti Kimbanda Negão, foi recebido na Ordem da Mão Negra, Ordem iniciática, bastante reservada, que une os ensinamentos esotéricos ocidentais com a tradição afro-brasileira.

Fundou o Terreiro de Umbanda São Jorge Guerreiro.

O Bàbálòrìsà Lúcio de Ògún, desde muito jovem dedicou-se ao estudo e à prática da espiritualidade. Aos dezoito anos era membro da AMORC (Antiga e Mística Ordem Rosa-Cruz), do Colégio dos Magos e do Círculo Esotérico da Comunhão do Pensamento.

Com o passar do tempo Lúcio de Ògún foi sendo aceito em várias Ordens iniciáticas e esotéricas, alcançando o último grau em várias delas:
Foi consagrado Bispo da Igreja Ortodoxa e da Igreja Gnóstica (com o nome Sacerdotal de Tau Franciscus de Jerusalém), sendo um dos representantes da Igreja Expectante para São Paulo, Igreja que abandonou poucos meses antes de sua trágica morte em 2004.

O Bàbálòrìsà Lúcio de Ògún foi fundador:
  • Da Ecclesia Gnóstica Joanita;
  • Do Soberano Santuário da Gnose;
  • Da Arcanum Ordo Rosae+Crucis.
Resposta ao artigo "Início da contradição cultural e filosófica de ritos entre Exu e os Orixás Yorubá", de Julio Cezar Ferro, que pode ser visto em: http://escoladeensinopraticodoidiomayoruba.zip.net/arch2011-09-04_2011-09-10.html




Caro Ọ̀jọ̀gbọ́n Julio Cezar Ferro,

Meu nome é Mário, sou o dirigente do Templo Espiritual Caboclo Pantera Negra, Casa de Umbanda Omoloko, localizada em São Paulo, cujo site o Sr. pode visitar: http://sites.google.com/site/caboclopanteranegra/

Não concordo com o Sr. quando faz inúmeras afirmações a respeito de Èṣù. Ele não é o mal, nem representante do mal. Escrevi, há algum tempo um artigo, o qual o Sr. pode ler em https://sites.google.com/site/caboclopanteranegra/textos-doutrinarios-e-informativos/introducao-ao-estudo-de-esu que fala sobre minha opinião sobre Èṣù.

No entanto, gostaria de acrescentar opiniões outras, especialmente de seguidores da Religião Tradicional Africana, que corroboram com minha opinião: ele é um Irúnmọlẹ̀ primordial, sem o qual a criação não haveria acontecido. É o comunicador por excelência, que pode ir aonde quiser e quando quiser. É ele quem traz as informações de  Ọ̀rúnmìlà aos seres humanos. Sem Èṣù não se faz nada! Kò sí Èṣù, kò si Òrìṣà!

Èṣù é o policial do universo. Èṣù é um elemento neutro no sentido de que ele não é bom nem mau. Ele é, simplesmente, o mediador entre todas as entidades e forças em ambos os lados (os Àwọn Irúnmọlẹ̀ da direita e da esquerda)”. (Babalawo Kọ́lá Abímbọ́lá filho do Ọ̀jọ̀gbọ́n Ògún’Wándé Abímbọ́lá, o Àwíşẹ Awo ní Àgbáyé – voz de Ifá para o mundo – escolhido como tal pelo Ọọ̀ni Ilé–Ifẹ̀ Aláiyéluwa Ọba Okùnadé Şíjúadé Olúbùse II, para ser o representante da cultura e da Ẹ̀sìn Yorùbá).

Podemos dizer, ainda, que Èṣù é visto pela Religião Tradicional Africana como parceiro de Ọ̀rúnmìlà (Bàbàtundé, in A critical study of Bini and Yoruba value systems of Nigéria in change: culture, religion and the self. New York: The Edwin Mellen Press, 1992, pág. 44) e como um Ministro (no sentido religioso) entre os seres humanos e as divindades e entre as divindades, umas com as outras  (Awolàlú, in Yorùbá Beliefs and sacrifical rites. London: Longman, 1979. pag. 29). Em outros relatos Èṣù é visto como companheiro de Ọbàtálá quando este foi enviado para criar a Terra, (Olojede, in The exodus and identity formation in view of the origin and migration narratives of the Yorùbá. Stellenbosch University, South Africa: Thesis M.D., 2008, pág. 62).

Observemos o poema de Babafemi Adeyemi Osofisan cuja obra Èṣù and the Vagabond Minstrels. Ibadan (Nigéria): Open Ifa Readers, 2003, a qual recomendo:

Èṣù ama auxiliar o homem, mas somente
Aqueles que demonstram que podem viver
De forma feliz entre outros seres humanos (p. 23)

“Um crescente grupo de eminentes acadêmicos, especialmente Jacob Olupna, tem iluminado as complexidades da religião tradicional Yorùbá do sudoeste da Nigéria e do Benin. A tradição diz que há um único criador, Olódùmarè, ou Ọlọ́run, em cujo nome um coletivo intermediário de forças guardiãs, os Àwọn Òrìṣà, atuam entre os humanos. Através de um deles, Ẹlẹ́gbára, ou Èṣù, uma pessoa pode fazer perguntas a Ọ̀rúnmìlà, o segundo a Olódùmarè, através do àṣẹ, a força vital que tudo permeia. Ẹlẹ́gbára abre os caminhos (embora ele também possa impor obstáculos) através daquilo que é mostrado pelos Àwọn Odú Ifá” (Linda L. Barnes. New Geographies of Religion and Healing: States of the Field. Practical Matters, Spring 2011, Issue 4, pp. 1-82. Published by Emory University.)

Para maiores esclarecimentos sobre Èṣù recomendo as obras:

Peter Rutherford McKenzie, Hail Orisha! A Phenomenology of a West African Religion in the Mid-Nineteenth Century, New York: Brill, 1997;

Jacob K. Olupọna, “The Study of Yoruba Religious Tradition in Historical Perspective,” Numen 40, no. 3, 1993: 240-73;

Wande Abimbola, Ifá Will Mend Our Broken World. (Roxbury, MA: AIM Books, 1997;

Judith Gleason with Awotunde Aworinde and John Olaniyi Ogundipe, A Recitation of Ifa, Oracle of the Yoruba. New York: Grossman Publishers, 1973.
 Muito respeitosamente me dirijo a todos e todas que professam o candomblé, a umbanda e outras religiões de matrizes africanas, especialmente aos sacerdotes de nosso estado.

Sabemos que nossas religiões são, em verdade, mais do que religiões. São cultura, história, modo de vida, que com muita resistência e altivez sobreviveram ao período escravocrata e à perseguição policial, já no período republicano, mantendo até hoje suas raízes.

Nossas religiões baseiam-se na ancestralidade. É nosso dever preservar a forma de ser e viver de nossos antepassados, de nossos mais velhos. Qualquer mudança só é legítima se partir de nosso contexto mítico-religioso.

Acreditamos na convivência pacífica e harmoniosa entre os muitos credos que se professam no Brasil, com as mais diversas origens culturais e históricas. E, reciprocamente, esperamos o respeito de todos por nossas religiões.

A luta de nossos antepassados resultou em avanços formais indispensáveis à manutenção de nossas formas de praticar nossa religiosidade. As garantias constitucionais de um Estado Laico e de uma sociedade livre para professar e praticar suas convicções religiosas são o caminho que devemos perseguir. O que não se enquadra nesse caminho é o ódio.

Tenho plena consciência de que nossas práticas religiosas, por seu caráter iniciático e secreto, são amplamente desconhecidas pelos não-praticantes, o que deve se manter dessa forma, pois o conhecimento só pode vir com o tempo. Isso, no entanto, não pode servir de justificativa para o preconceito e a discriminação. A ignorância deve ser combatida, pois é a matéria prima para a violência.

Dito isso, chamo a atenção de todos e todas para a recente onda de intolerância que tem se alastrado por nosso país, por nosso estado. Aqui, nossa principal preocupação é o Projeto de Lei 992/2011, de autoria do Deputado Feliciano Filho (PV), que proíbe o “uso e sacrifícios de animais em práticas de rituais religiosos no Estado de São Paulo”.

Os movimentos negros já estão se mobilizando contra essa iniciativa. Cabe essencialmente a nós nos manter vigilantes e combativos para impedir que tamanho atentado à liberdade religiosa se perpetue. Temos de cumprir nosso papel de esclarecer a população sobre nossas tradições e crenças, sem revelar nossos fundamentos, mas impedir que o preconceito prevaleça.

Aproveito para convidar todos e todas a participar da Festa das Yabas do Axé Ilê Obá, que acontece nesse sábado, 10 de dezembro de 2011 – oportunidade para nos encontrarmos e fortalecermos nossa união e Axé.

Que Olorum os abençoe e proteja.

Um abraço,



São Paulo, 08 de dezembro de 2011



Sylvia de Oxalá

Ialorixá do Axé Ilê Obá
Brasília - O Superior Tribunal Militar (STM) manteve, dia 3 último, por unanimidade, a condenação do sargento do Exército J.R.M a dois meses de prisão pelo crime de constrangimento ilegal, capitulado no artigo 222, parágrafo primeiro, do Código Penal Militar (CPM). O sargento, pastor de uma igreja evangélica, teria apontado uma pistola carregada na cabeça de um soldado, praticante do candomblé, para "testar" a convicção religiosa do subordinado.
Segundo a denúncia do Ministério Público Militar (MPM), em 8 de abril de 2010, no interior da reserva de armamento do 1º Depósito de Suprimento, na cidade do Rio de Janeiro (RJ), o terceiro-sargento J.R.M dirigiu-se, com uma pistola em punho, até a bancada do soldado que fazia a manutenção de fuzis. O graduado municiou e carregou a arma e depois a apontou para a cabeça do soldado. Em seguida mandou a vítima realizar uma contagem, de um a três, indagando se ele teria mesmo o "corpo fechado".
Em depoimento, o réu afirmou que o ofendido é praticante de candomblé, tendo inclusive várias marcas no corpo que indicavam que ele estaria protegido por divindades.
Com a arma apontada, o sargento teria perguntado à vítima se ela tinha certeza daquilo que estava afirmando. O soldado, então, respondeu "sim", sem esboçar qualquer manifestação de temor. Segundo os autos, a munição usada pelo réu era de manejo, utilizada para treinamento, sem potencial ofensivo (sem pólvora ou projétil). Porém, a vítima não tinha conhecimento do detalhe.
Segundo o MPM, o soldado foi constrangido a fazer o que a lei não manda, pois viu-se obrigado a manifestar-se sobre sua convicção religiosa e sob a mira de uma arma, o que "consistiu num verdadeiro teste de fé religiosa".
Ainda segundo a promotoria, os depoimentos das testemunhas confirmam as versões dos fatos. "Todos os elementos do tipo penal estão presentes. O réu, mediante grave ameaça, compeliu o ofendido a colocar em prova a sua fé", afirmou a acusação.
De acordo com a promotoria, a liberdade de consciência e de crença é um dos direitos fundamentais esculpidos na Constituição Federal, ficando evidente ?que a motivação foi a intolerância religiosa?.
O acusado afirmou ter baixado a arma porque percebeu que não tinha procedido corretamente. Afirmou que, posteriormente, chamou a vítima e se retratou com ela dizendo estar arrependido e relatado que a munição era de manejo. O sargento também informou que se retratou perante o padrasto do ofendido e que ele mesmo comunicou o fato ao seu comandante. O réu arguiu, em sua defesa, que trabalha há 22 anos com armamento, tendo perfeito conhecimento das normas de segurança. E como utilizou arma de manejo, considerava que a sua conduta não tinha sido incompatível com as normas de segurança.
O advogado do acusado afirmou que a conduta do réu teve o intuito de admoestar (censurar) e não o de constranger o soldado e requereu a sua absolvição por "não constituir o fato infração penal", com base no artigo 439, alínea b, do Código de Processo Penal Militar (CPPM).
Em seu voto, o relator da apelação, ministro Francisco José da Silva Fernandes, negou provimento ao apelou e manteve íntegra a sentença de primeiro grau. "O fato se reveste da maior gravidade, pois o acusado é graduado, tem mais de vinte anos de serviço e teve uma conduta altamente reprovável", afirmou.
Para o magistrado, o acusado deixou claro o seu inconformismo em razão de sua crença religiosa, dizendo que era inadmissível alguém se considerar com o "corpo fechado" e resolveu testar a fé do ofendido.
Ainda segundo o relator não procede a alegação da defesa de que a confissão espontânea, nesse caso, resulte na atenuação da pena, prevista na alínea d, do inciso 3º, do artigo 72, do Código Penal Militar (CPM). "A minorante só é aplicada quando a autoria do crime é ignorada ou imputada a outro, realidade diversa do caso em concreto".
Fonte: Superior Tribunal Militar/Ras Adaulto

Cursos

O Templo Espiritual Caboclo Pantera Negra, através de seu dirigente, divulga os Cursos que são ministrados:
- Introdução ao estudo da Umbanda e Candomblé: neste curso abordaremos os principais fatos ligados à criação da Umbanda e do Candomblé. Explicaremos o que são os Orixás e as Entidades e como podemos solicitar a ajuda e proteção deles. Este curso será dividido em 04 encontros (2ª, 3ª, 5ª e 6ª feira), das 19:30h às 22:00h. Custo: gratuito.
- Tradição afro-brasileira: neste curso se abordaram os assuntos relativos à história, desenvolvimento e fontes das religiões afro-brasileiras (ou afro-descendentes) e assemelhados, tais como o Candomblé, a Umbanda, o Catimbó-Jurema, o Almas e Angola, o Terecô, a Encantaria etc.
- O mistério de Exu e Pomba-Gira: neste curso abordaremos o mundo desses magníficos seres, a forma como podemos homenageá-los e lhes solicitar ajuda, pontos de força de sua atuação, magias diversas utilizando seu poder e as formas de louvor a nosso Exu e Pomba-Gira pessoal.
- Mitologia e tradição afro-brasileira: neste curso abordaremos os mitos dos Orixás na Umbanda e no Candomblé e sua importância para o trabalho espiritual. Ensinaremos as oferendas principais para cada Orixá e entidade, bem como a forma e local de entrega. Este curso será dividido em 08 encontros (quatro semanas), com duas aulas semanais, na 2ª e na 3ª feira, das 19:30h às 22:00h.
- Oráculo afro-brasileiro (Jogo de Búzios): neste curso falaremos sobre Orunmilá, Orixá do Oráculo, daremos informações sobre o sistema o jogo de búzios, instrumento utilizado no Candomblé e na Umbanda para apontar o Orixá pessoal de cada um, bem como a prescrição de oferendas que devem ser feitas. Este curso será dividido em 10 encontros (seis semanas), com duas aulas semanais, na 4ª e 5ª feira, das 19:30h às 22:00h.
- Sacerdócio de Umbanda: este é um curso de formação sacerdotal. Nele abordaremos a teologia, a cosmologia e a escatologia da Umbanda. História da Umbanda, religiões comparadas, herbologia (estudo das ervas), meio ambiente, assentamento e firmeza de Orixás e entidades, entre outros assuntos. Como é um curso sacerdotal, terá a duração de 10 meses, com aulas aos sábados (dois por mês), das 13:00 às 18:00h.
- Esoterismo, ocultismo e hermetismo, onde se aborda os conhecimentos internos da prática religiosa em geral;
- Religiões pré-cristãs europeias. Neste curso se aborda a religião que havia na Europa, antes do Cristianismo, cujos praticantes foram perseguidos e até mortos pela Inquisição. Estudaremos a Bruxaria Tradicional e suas ligaçoes com a Bruxaria Moderna (Wicca)
O curso será ministrado pelo dirigente do Templo Espiritual Caboclo Pantera Negra, que tem 31 anos de Umbanda e a experiência de 10 anos como Sacerdote. Além disso, é Especialista em Ciência da Religião pela PUC e Mestrando em Ciência da Religião, também, pela PUC.
Endereço: Av. Zumkeller, nº 971, fundos, Alto do Mandaqui, São Paulo - SP. Maiores informações podem ser obtidas pelo e-mail caboclopanteranegra@terra.com.br ou pelos telefones (11) 2231 1591 e (11) 9652 3367.